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Mais mimos, menos coisas. Crónica de uma mãe minimalista

Quando vivida de coração aberto, a maternidade é a melhor coisa do mundo – a que mais nos cativa, encanta, preenche e desafia; por isso, quando vivida de coração aberto, a maternidade é a coisa mais difícil do mundo – a que mais nos sufoca, magoa, enlouquece e esgota. Assim, desde que fui mãe, tendo a dar as boas-vindas a todas as ferramentas que acalmem as ondas da viagem.

Ser minimalista não é, certamente, o remédio para as maiores dores da maternidade: a esmagadora realização de que nunca voltaremos a estar sozinhas no mundo, partilhá-los com o resto das duas famílias, impedir as constantes tentativas de suicídio involuntário, e aquela vozinha interior que questiona “de que forma estarei eu a arruinar esta criança?!”. Mas, acreditem, ser minimalista ajuda muito.

Crónica escrita para a TSF. Clica aqui para ler na íntegra >

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